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 Sarah W. Collins

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AutorMensagem
Sarah W. Collins
Ravenclaw
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Mensagens : 659
Data de inscrição : 04/09/2011

MensagemAssunto: Sarah W. Collins   Dom Set 04, 2011 12:17 am

((Dados do Player))

((Dados do Personagem))
Nome completo: Sarah Windsor Collins
Apelido (s): Sáh, e alguns a chama de Wind.
Idade: 16 anos.
Parentes: Nenhum.
Raça: Sangue Puro.
Data de Nascimento: 29 de Dezembro.
Local do Nascimento: Londres, Inglaterra.

((Teste de Ação))

LONDRES - Seis anos atrás.

Acordei com a luz do fraco sol da manhã sobre meu rosto, abri os olhos sentindo incômodo até se acostumarem com a claridade. Ao notar que as cortinas se encontravam abertas, me revirei na cama - Winzzy, fecha essa janela por favor! - grunhi sonolenta enquanto cobria minha cabeça com o travesseiro. Nem cinco minutos se passaram e um barulho ensurdecedor - que parecia mais uma Banda desafinada, uma mistura de bateria, trambone e outros instrumentos barulhentos - vindo da mesinha de cabeceira ao lado de minha cama me fez despertar - Mas o que... - não deu tempo de completar a frase, ao me virar em direção é mesinha o limite do colchão acabara e caí estatelada no chão - Ai! - ainda no chão estiquei o braço e apertei o botão que desligava o despertador "que bela maneira de começar o dia".

Bocejei ainda com sono sem conseguir impedir que meus olhos se fechassem novamente iniciando um cochilo que não durou por muito tempo, o barulho voltou a tocar mais estrondoso do que antes me fazendo dar um pulo assustada - Acordei! - me levantei o mais rápido que consegui e apertei o botão de desligar novamente, mas dessa vez ele não funcionou e o barulho continuou cada vez mais alto e ensurdecedor do que antes - Disse que já acordei! - disse encarando o pequeno e irritante objeto que não parava de tocar - Acordei, acordei, acordei, acordei! - dizia enquanto socava o botão em vão, então percebi o que estava acontecendo - Paaaaaaaaaaaaaaai! - meu pai conhece bem a filha que tem, sabia o quão difícil seria me acordar em plena seis da manhã - Eu já acordei! - e num passe de mágica o barulho sessou.

- Sarah querida! Acorda ou vai se atrasar para o embarque! - era a voz dele do outro lado da porta brincando com minha cara, isso que dá ter um pai brincalhão, ele sabia muito bem que seu "presente" já tinha me acordado, mas fez questão de fingir que não sabia e foi me chamar para dá uma de inocente - Ha ha ha muito engraçado pai, eu sei que foi você, vai ter troco!- podia ouvir os risos - o entregando - do outro lado da porta, enquanto ele se afastava. Mas o fato é que tinha funcionado, ele conseguiu o que queria - me acordar - e naquele momento posso dizer que estava mais do que acordada, estava elétrica. E sabe por quê? Porque o grande dia chegara, eu iria para Hogwarts!

Corri para meu closet e o abri empolgada, mas pasmei, estava quase que completamente vazio, e acreditem ele não era pequeno. Entrei na "sala" e caminhei entre os cabides vazios até que minha ficha caiu "está tudo nas malas!". Dã, como pude esquecer das malas que foram arrumadas na noite anterior? Simples, não fui em quem as arrumou, foram os elfos. Devo admitir, adoro não precisar fazer nada.

Comecei a fazer o que gosto de me referir como "rotina matinal" - aquelas coisas que envolvem escova, pasta, chuveiro, toalha, etc e que não vale a pena perder tempo descrevendo - despreocupadamente. Ás oito eu já estava completamente pronta, e com isso eu quero dizer bem vestida, perfumada, penteada e esfomeada, pois é, não disse que tinha tomado o café da manhã. Saí correndo do quarto e escorreguei pelo corrimão da escada abaixo aterrissando com um pulo perto da minha mãe que se assustou com minha "mulecagem", tenho que dizer, ela odiava isso, vivia me dizendo que eu era uma mocinha e que tinha que me comportar, ser mais delicada e tal. Ah tá! Até parece que ela era assim quando jovem, era expert em rebater balaços na cabeça dos outros, e desde quando batedores são delicados?

- Bom dia mamãe! - a beijei no rosto e pulei no colo do meu pai que estava sentado na poltrona - Animada pra ir pra Hogwarts? - ele perguntou depois de beijar minha testa - Só animada não, empolgada, extasiada, vidrada e tudo que é "ada" - sorri - E você? Animado por se livrar de mim? - ele fez cara de triste - Tá brincando? Tem noção de como vai ser chato não ter alguém aqui pra pregar peças e rir das minha piadas? Sabe que sua mãe não é a companhia mais bem humorada que existe né? - ao ser fuzilado pelo olhar da minha mãe ele se apressou em completar - Sem ofensas querida, a raridade do seu sorriso o faz ainda mais encantador - jogou um beijo pra ela com aquela cara de bobão apaixonado que sempre fazia quando a olhava.

Dei risada da cena dos dois, pouco antes de sentir meu estômago roncar ao respirar o cheiro delicioso do café da manhã, e corri para a cozinha. Depois de saciar minha fome, pouco antes de partir - Espera um pouquinho! - corri escada acima, passei rapidamente no meu quarto e entrei no quarto dos meus pais e joguei um certo objeto embaixo da cama. Saí de lá rapidamente e desci inocentemente ao encontro deles. Então você me perguntam o que eu fiz, e eu apenas respondo: digamos que na manhã seguinte meu pai acordaria um pouco mais cedo.

Exatamente ás nove da manhã aparatamos na estação de King’s Cross e com um carrinho repleto de malas e malões atravessamos a parede de tijolos que separava a plataforma 9 3/4 das demais plataformas. Era minha primeira vez ali, mas não senti medo, pelo contrário subi no carrinho e deslizei em velocidade de encontro á parede como se estivesse num carrinho de montanha russa, devo admitir adorava aqueles brinquedos de parques de diversões trouxas. Num piscar de olhos me vi rodeada por um montão de pessoas, com seus carrinhos, bolsas, malões e filhos - que não deixam de ser malas também - se despedindo dos pais. Meu pai me ajudou á embarcar as bagagem mais pesadas no bagageiro da locomotiva vermelha e fiquei apenas com uma mala preta com as iniciais S.W.C - da qual estava meu uniforme e etc - na mão. Me despedi deles e embarquei.


((Aparência))
Altura: 1.63 m
Olhos: Castanho esverdeados, nas verdade quando mais claro estiver o local, mais verde eles ficam.
Cabelos: Seus fios são finos e de um tom castanho natural, extremamente lisos descem escorridos até seus ombros.
Corpo: Seus 55 kg são bem distribuídos nos 1,63 m de altura constituindo um corpo magro e delicado.
Particularidades: Nenhuma.
Avatar: Kristin Kreuk.

((Personalidade))
Humor: Sempre bem-humorada e brincalhona, vive fazendo piadas de tudo.
Qualidades: Meiga, carinhosa e boazinha, sarah é um poço de simpatia em pessoa e por mais triste que esteja sempre arruma um jeito se abri um lindo sorriso que cativa a todos. É uma amiga fiel e atenciosa, super protetora, odeia magoar os outros, não gosta de brigas e faz de tudo para evitá-las, mas costuma tratar á uma pessoa como a mesma á trata. Está sempre de bom humor.
Defeitos: Orgulhosa, perfeccionista, sensível demais, mimada, hiper-ativa, e ás vezes irônica, não gosta de brigas mas se transforma completamente quando é provocada e fica com raiva.
Manias: Fala como uma matraca quando está nervosa.
Maior desejo: Tornar-se uma medi-bruxa para fazer o que mais gosta, ajudar as pessoas.
Maior medo: Seu maior medo é de morrer ou perder a família. Mas também tem medo de escuro, criaturas mágicas assustadoras e perigosas, aranhas, cobras e etc (uma verdadeira medrosa)
Forma do Patrono: Uma lebre.
Cheiros de atração: Cheiro de mato verde, perfumes adocicados, chocolate, e de café da manhã.
Pior memória: Nenhuma.
Vê testrálios? Não.

((Dados Escolares))
Casa: Corvinal, 6° ano.
Matéria(as) preferidas: Feitiços, DCAT, Poções e Tranformação.
Matéria(as) que não gosta: TDCM e Herbologia.
Matéria(as) com mais aptidão: Feitiços, DCAT, Poções e Tranformação.
Matéria(as) com menos aptidão: TDCM.
Varinha: Salgueiro, pena de fênix, 28 cm, boa para Feitiços e Poções. De cor marrom, essa varinha possui aspectos brilhantes, várias bolinhas prateadas saem de sua ponta ao talo, oferecendo um visual magnífico.
Animal de estimação: Uma coruja branca salpicada de manchas pretas, chamada Lil.
Monitor: Não.
Quadribol: Batedora
Objetos Mágicos: Pena de Repetição Rápida.

((História))

Capitulo 1 - O início

Um homem loiro de corpo esguio e traços suaves, adentrou as portas do Hospital St. Murguns trazendo consigo um garoto de onze anos de idade, com uma expressão preocupada em seu belo rosto - Alguém ajude aqui por favor! - o local estava lotado, havia enfermeiras e medi-bruxos andando para todos os lados, todos ocupados demais com suas tarefas excessivas e chamados de emergência, e ocupados demais para prestar atenção á uma mera criança ferida que nem ao menos jorrava sangue, e da qual eles tinham certeza de que não sofria de mal algum, assim como todas as outras que o mesmo homem trouxera nas semanas anteriores. Dentre todos apenas uma bonita e morena médi-bruxa sentiu-se comovida aos apelos do jovem homem, e com seu corpo magro e aparência delicada, correu para atendê-lo - Ponha ele aqui! - disse ela se aproximando com uma maca, a empurrando com uma força que ninguém diria que tinha. Depois de deitar o garoto, o loiro massageou o pulso expressando dor e a mulher lançou-lhe um olhar rápido - O que aconteceu?

- Acho que torci meu pulso - ela revirou os olhos diante á lerdeza dele - Não com você, com ele! - disse num tom impaciente enquanto examinava o garoto que aparentemente estava bem, tentando encontrar o problema enquanto o menino se contorcia com as mãos sobre a barriga, soltando gemidos em sinal de dor. - Não vai me dizer que trouxe ele aqui só por causa de uma dor de barriga, Sr. Collins! – ela o chamou pelo sobrenome como sempre fazia quando estava brava, o homem passou a mão nos cabelos lisos que lhe caía sobre a testa, jogando-os para trás - Mas é claro que não Dra. Windsor, eu não a faria perder seu precioso tempo desta maneira, ele sofre de uma coisa bem mais grave! - por um momento ela pareceu convencida - O que ele tem então? - ele lhe respondeu a pergunta com um sorriso sedutor - Nota baixa em feitiços, disse que lhe daria um dez caso ajudasse o destino á dar mais uma chance de você me encontrar novamente. E quem sabe aceitar meu convite para jantar.

Mesmo depois de ouvir a explicação do professor, o aluno continuou encenando em cima da maca - Não acredito que eu caí nessa de novo, você tem que parar de trazer seus alunos aqui toda semana Philip, isso aqui é um hospital, com esse tipo de coisa não se brinca! - ela começou a bronca ao qual como sempre ele ignorou - Olha só, me chamou de Philip, adoro quando você me chama pelo primeiro nome sabia? Isso nos faz mais íntimos, você não acha? - ela revirou os olhos irritada - Me poupe desse seu papo de garanhão Phil, te conheço desde a época de escola, conheço todos os seus truques e a resposta é não, não quero jantar com você! - Ele não se deu por vencido - Aaah qual é Kate, te peço uma chance desde o sétimo ano, e olha só, agora você nem pode dar a descupa de que somos da mesma casa e da mesma classe, porque já nos formamos á três anos.

E era verdade, Philip Collins sempre fora amigo de Kate Windsor desde que o primeiro dia de aula, quando viu a moreninha pela primeira vez enquanto atravessavam o lago no mesmo barco rumo á Hogwarts, ambos nervosos e ansiosos para a seleção. No final acabaram sendo selecionados para a Corvinal, com o tempo tornaram-se monitores e por incrível que pareça até entraram para o time de quadribol juntos, jogando como batedores. Mas só depois de seis anos de amizade que o loirinho finalmente se deu conta do que todo mundo já sabia, estava apaixonado pela corvina.

Então se declarou sem medo e desde aquela época vem tentando insistentemente conseguir uma chance com Kate - Eu disse não naquela época e a resposta ainda é a mesma, agora leva seu aluno de volta para escola e me deixa fazer meu trabalho em paz, Phil. – ele suspirou dando-se por vencido por um segundo ou pelo menos até assumir uma postura de sábio filósofo cheio de razão – Não adianta resistir Kate, eu sou o homem da sua vida, fomos feitos um para o outro... – ela cruzou os braços e revirou os olhos em sinal de tédio, já tinha escutado aquela mesma ladainha um milhão de vezes – Me desculpa por não poder ficar e escutar seu discurso de sempre, mas tenho mais o que fazer agora, bye bye. – disse acenando pouco antes de virar as costas e se afastar – Escuta o que eu tô dizendo Kate, você ainda vai casar comigo e vamos ser muito felizes! – ele gritou recebendo olhares zangados e “shius” impacientes das pessoas em volta.

- Posso me levantar agora professor? – Philip se ressaltou ao ouvir a voz fina do garoto, estivera tão compenetrado em mais uma de suas tentativas inúteis de conquistar Kate, que acabara esquecendo da presença daquele pequeno ser com notas baixas em sua matéria – Pode Kevin, vem vamos embora... – esperou o jovenzinho descer da maca e passando o braço por seus ombros o guiou para a saída – Á propósito, ótima atuação a sua, mas a dor de barriga não funcionou, vamos pensar em algo mais grave da próxima vez. Quem sabe furúnculos, cortes jorrando sangue ou alguma poção venenosa talvez... – o menino arregalou os olhos preocupado, tratando logo de fazer uma anotação mental : Nunca mais tirar nota baixa em feitiços enquanto o professor estivesse solteiro.

Capítulo 2 – O casamento

Kate podia ser dura na queda, mas ninguém consegue resistir tanto tempo á investidas de um homem apaixonado que tenha beleza, inteligência, senso de humor e várias outras qualidades á seu favor. E depois de mais uns três alarmes falsos dos quais consistiram em uma mordida de Explosivin, um caso de Lepra e uma suposta amputação de membro, ela finalmente aceitou o convite de Philip, mais por medo do que ele faria com o próximo aluno do que propriamente por ele, mas aceitou. E no fim das contas não é que ela acabou de apaixonando por ele também? Ok, ok a verdade é que ela sempre gostou dele também, mas orgulhosa como só ela, não queria admitir para si mesma.

Não demorou muito e marcaram a data do casamento, esse ao qual seria em grande estilo, afinal a família Collins era dona da maior rede de indústrias de poções medicinais do mundo bruxo, portanto era riquíssima, Philip só trabalhava como professor porque era a profissão que amava e sejamos sinceros, nunca foi responsável o suficiente para assumir a direção dos negócios da família, e seu pai não seria tão louco de fazer isso pelo menos não enquanto ele não amadurecesse mais. E já que a sinceridade está reinando nessa narrativa, devo contar que a família dele não foi muito á favor desse casamento, mas tiveram que aceitar a união dos dois pombinhos devido ao fato de Kate estar grávida – e não, não foi golpe do baú, a família dela também tinha posses - e seu furioso pai obrigar o pai da criança á casar por livre e espontânea pressão com sua filha desonrada. Um pensamento bem ultrapassado eu sei, mas o Sr. Windsor era como eu posso dizer, com todo o respeito...um velho das antigas, pronto falei.

Capítulo 3 – O nascimento

Como vocês já sabem Kate casou barriguda, pois é, nem todos aqueles tecidos, rendas e véus que revestem os vestidos de noiva cobriram a imensa e redonda barriga de seis meses que a pobre coitada teve que arrastar até o altar. Aliás era de se duvidar se havia mesmo um bebê ali dentro ou se era um filhote de Basilisco - comparação meio idiota eu sei, afinal Basiliscos não deixam de ser répteis que nascem de ovos, mas não consegui lembrar de outro animal grande - o mistério foi solucionado pouco depois, quando soube-se que ela estava era grávida de gêmeos, mencionei que Philip tinha um irmão gêmeo? Pois é, então não é surpresa que seus filhos também fossem. E o papai de primeira viagem ficou mais bobo ainda quando disseram que era um casalzinho, isso mesmo, um menino fofo e uma linda menininha estavam á caminho. E nem preciso dizer que o sonho de qualquer pai é ter um filho homem.

Mas quando não é para ser, não é mesmo meus caros, e por um golpe do destino, um mês depois do casório lá estava Kate entrando em trabalho de parto em plena madrugada. Apesar da barriga imensa, com sete meses de gestação os bebês ainda não estavam prontos pra nascer e o resultado foi dois bebezinhos prematuros, extremamente frágeis, que cabiam na palma de uma mão, e que passaram semanas numa caixa de vidro - muito parecida com a “incubadora” que os trouxas usam – revestida de magia medicinal. Mas de nada adiantou, o pequenino gêmeo acabou morrendo deixando a irmãzinha só. Philip ficou arrasado, mas em compensação focou todo o seu amor em dobro naquela criaturinha frágil de cabelos loirinhos e ralos ao qual chamou de Sarah, a sua princesinha.

Capítulo 4 – A infância

Sarah cresceu cercada de carinho, extremamente mimada e com todos os fatores influenciadores possíveis para se tornar uma “patty” convencida e insuportável. Mas não foi o que aconteceu, sua mãe e seu pai trataram de estruturar os conceitos da menina com base firmes das quais preconceito quanto ao tipo de sangue e classe social não faziam parte. Magra, esguia, de cabelos escuros, e olhos claros como os do pai, a pequena Sarah cresceu alegre, hiperativa, divertida e um tanto atrapalhada. E lembra as habilidades de batedor que seus pais tinham? Pois trataram logo de ensinar tudo o que sabiam para a filha que desde nova já demonstrava agilidade montada na vassoura.

O avô dela, pai do Philip e do qual não lembro o nome agora, mas que também não tem importância para a compreensão geral da história, era um homem paranoico, obcecado por segurança e que morria de medo de um dia ser atacado por comensais ou qualquer outra pessoa que estivesse de olho em sua fortuna, por conta disso tornou-se animago, - e pode apostar que se transformava num bicho se não nocivo, no mínimo perigoso – em quê se transformava? E pergunta pra mim? Nunca vi ele se transformar oras! Só sei da vida da Sarah, o resto não conheço, e mesmo se soubesse não estou sendo paga para falar de mais ninguém, se quiser saber mais precisa aumentar meu pagamento, essa vida de narradora é difícil sabia? Mas continuando a história, o vovô já não batia bem da cuca, mas isso não fazia dele menos inteligente pois além de animago também era oclumênte, olha só até rimou!

E adivinhem o que ele fez quando sua netinha já tinha capacidade o suficiente de entender o que ele dizia? Começou a treinar garota, acreditem se quiser, a menina ainda nem sabia o que era um Comensal da Morte e o avô já estava enchendo a cabecinha dela de caraminholas. Mas até que a paranóia dele serviu para alguma coisa, pois ensinou sua neta á fechar a mente quando preciso – em outras palavras, Oclumência - quando ela completou dez anos. Escondido dos pais dela é claro, pois se Philip e Kate descobrissem que velho estava treinando a netinha para um ataque eminente ou uma guerra que só existia em sua cabeça, é óbvio que eles nem ligariam...mudariam de casa e nem ligariam para dar o novo endereço.

Ao completar onze anos a moreninha recebeu a tão esperada carta de Hogwarts e adivinhem para que casa foi selecionada quando chegou o grande dia, pra Corvinal é claro, afinal filho de peixe peixinho é, e tradição de família não deve ser quebrada. Nos anos seguintes dedicou-se totalmente aos estudos, nunca namorou devido á sua timidez perto dos garotos. É o que se chama de CDF assumida, e á não ser quando esta em campo voando sobre uma vassoura, costuma ser extremamente atrapalhada.





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MensagemAssunto: Re: Sarah W. Collins   Dom Set 04, 2011 12:34 am

ficha aceita e movida para o topico 'Ravenclaw'
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