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 David J. Cook

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Dave J. Cook
Ravenclaw
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Mensagens : 15
Data de inscrição : 30/12/2011

MensagemAssunto: David J. Cook   Sex Dez 30, 2011 3:04 am

{{Dados do Player: Carol +Christopher Spencer +Marion Fabray +Ashlee Crawford +Dionísio de Mileto +Natalie Bianchi +Ludwig Atticus Nørgaard



+ Nome: David Joshua Cook
+ Apelidos: Dave, DJ (-N) e Cookie Monster (-N).
+ Idade: 16 anos.
+ Parentes: Seamus Cook, desaparecido, pai; Evanna Cook, desaparecida, mãe; James Cook, 25 anos, irmão; Levi Cook, 23 anos, irmão; Peter Cook, 21 anos, irmão; Emmeline Cook, 15 anos, irmã.
+ Raça: Mestiço.
+ Data de Nascimento: 27 de outubro de 1996.
+ Local de Nascimento: Limerick, Munster, Irlanda.


+ Altura: 1,85m.
+ Olhos: Castanhos.
+ Cabelos: Loiros e um tanto enrolados.
+ Corpo: Devido a natação intensa, tem um físico até mesmo invejável.
+ Particularidade: Nada.
+ Artista do Avatar: Benjamin Stone.


+ Humor: Costumo estar sempre calmo e relaxado, é raro algum momento em que eu me torne explosivo ou demonstre abertamente minhas emoções. Pode-se dizer que sou um tanto reservado, mas isso não significa que seja introvertido, apenas mais seletivo.

+ Qualidades: Sou muito persistente e determinado, mas não chego ao ponto de querer pisar em alguém para alcançar meus objetivos. Na verdade, prefiro usar minha inteligência e criatividade para lidar com adversidades no meu caminho. Posso ser dedicado, carinhoso e prezo muito meus traços de lealdade nas relações de amizade.

+ Defeitos: Parte dos meus defeitos derivam do fato que eu espero que as pessoas com quem convivo são fiéis e leais, igual a mim. Por isso, sou um tanto desconfiado, ciumento e até mesmo beiro o obsessivo. Também tenho um lado muito vingativo e orgulhoso, além de não acreditar em segundas chances. Teimoso e pessimista também são boas palavras para me descrever. E paciência me falta, infelizmente.


+ Trauma/Medo: Não é exatamente um trauma ou medo, mas eu não aprecio muito aviões.
+ Manias: Comer achocolatado com colher em momentos inoportunos. Melhor, mania de estar sempre comendo com a desculpa de precisar repor as calorias gastas diariamente com a natação.
+ Maior sonho: No âmbito profissional, gostaria de fama devido à natação, fama e dinheiro é claro. Porém, para vida pessoal, primeiramente seria honrar o que minha família fez por mim e em plano secundário... humilhantemente, meu sonho é construir uma família.
+ Vê Testrálios? Não.
+ Forma do Patrono: Gato, por mais que seja cliché.


+ Casa: Corvinal.
+ Matéria(s) que mais gosta: Para falar a verdade, as matérias mágicas pouco me interessam, mas suponho que DCAT e Feitiços sejam as mais curiosas.
+ Matéria(s) que menos gosta: História da Magia e Poções são completamente desnecessárias, na minha humilde opinião.
+ Varinha: Cedro, pelo de unicórnio, 28cm e inflexível.
+ Quadribol: Não, valeu, prefiro a água.



and so the story begins

Eu não sei como começar esse tipo de coisa, não sei se é pra enrolar um pouco ou se começo pelo cliché 'meu nome é esse, nasci dia tal, na cidade tal e a temperatura tava assim, como se a porra da temperatura tivesse alguma utilidade pra história'. Além de que se você tem alguma noção, já deve ter notado que todas essas informações foram preenchidas perfeitamente por mim ali em cima. Menos a temperatura, porque isso é a maior besteira que alguém pode colocar no começo de uma história. E tenho dito.

Agora, se você não tinha lido os campos lá em cima, provavelmente leu depois que eu mencionei e, se não leu, vai se ferrar que eu não vou ficar repetindo informação aqui. Larga mão de ser preguiçoso, se eu gastei meu tempo escrevendo sobre mim, o mínimo que você deve fazer é ler antes de querer saber sobre a minha vida. Na verdade, qual é seu problema? Não é nem como se eu te conhecesse, quer saber minha história por quê? Isso beira invasão de privacidade, nada interessante.

Não, sério dessa vez, eu não vou falar sobre as minhas características se tá tudo explicado perfeitamente ali. Vamos pular pra parte que eu falo da minha família.

Então, minha família veio da Irlanda para a Inglaterra quando eu tinha cerca de 6 anos. Não foi por nenhum motivo incrível, apenas uma promoção que meu pai recebeu no emprego e, bem, lá se foram todos os Cook de mala e cuia. Nossa, que expressão horrível.

Continuando, meu pai, Seamus, trabalhava numa multinacional com sede em Londres, como executivo chefe. Ganhava bastante, dava pra viver com quase luxo. E sim, meu pai era trouxa. A parte bruxa do meu sangue é uma cortesia da minha mãe, Evanna, que era descendente de uma família irlandesa puro sangue. Ela inventou de seguir seu coração, o que eu não vou admitir nunca mas acho incrível da parte dela, e casou com meu pai, um pobretão na época. Como recompensa divina por ter jogado fora a chance de receber uma herança enorme, imagino que o destino tenha influenciado alguma coisa e, rapidamente, meu pai conseguiu um emprego decente, várias promoções e o resto eu já disse, Londres.

Ajustar-me à capital inglesa foi fácil e em pouco tempo adquiri o sotaque britânico. Estudava numa escola trouxa de alto nível, exitava na maioria das matérias (O que, convenhamos, não é nada impressionante. Educação infantil não é feita para ser difícil), e seguindo as ideias de um dos meus irmãos, comecei a praticar natação. Logo se tornou minha atividade preferida. Conforme os anos foram passando, o treinamento intensificando e minha dedicação aumentando, comecei a colecionar medalhas de diversas competições.

Quando enfim minha carta de Hogwarts chegou, a ideia de finalmente adentrar o mundo mágico até me animava, mas ter que deixar de praticar meu esporte favorito seria difícil. Resignado, fui com meus irmãos mais velhos para a escola de magia e qual não foi a minha surpresa quando, logo no primeiro dia, fui apresentado a um lago imenso? Não era o ideal, mas já pelo menos não ficaria sem a natação.

Fui selecionado para a Corvinal, não que isso seja importante, e fiz alguns amigos nos primeiros meses de aula. Não queria depender da boa vontade dos meus irmãos, então nem tentava falar muito com eles na escola, apenas às vezes durante as refeições. Pete, que era monitor da Corvinal na ocasião, era o que eu mais mantinha contato. Além do mais velho, James, não estudar mais em Hogwarts e estar na academia de aurores, Levi pertencia à Sonserina e ficava de frescura, dizendo que preferia não se misturar com o pessoal de outras casas. Atitude bem babaca, se me perguntar.

Ter um irmão monitor me ajudou muito nos primeiros três anos no castelo, porque assim eu consegui evitar grande parte das detenções. "Detenções por quê?" você se pergunta, afinal, eu não pareço retardado o suficiente pra pregar peças nos outros ou não prestar atenção nas lições. Detenções por inventar de nadar no Lago Negro todas as manhãs antes do café; se houvesse aula livre, iria para lá durante a tarde também; e algumas vezes até mesmo durante a noite. Nadar no lago só com a iluminação da lua é para poucos. Só os fortes. Tradução, só eu tinha essa demência mesmo.

Tudo na maior paz e harmonia na minha vida, até que meus pais inventaram de fazer uma viagem no verão dos meus 14 anos e o avião em que eles estavam sumiu do radar. Apesar dos destroços e de parte dos corpos dos passageiros terem sido recuperados, Seamus e Evanna nunca foram encontrados.

Foi... complicado... lidar com a notícia e aceitar a perda, mais para uns do que para outros. Minha irmã mais nova, Ems, principalmente. Até alguns tempos atrás, ela acreditava fielmente que nossos pais estavam vivos. Não sei ao acerto quando a ficha caiu e eu percebi que estava orfão e dependia mais do que nunca dos meus irmãos para me sustentar, mas devo dizer que é uma péssima experiência. Agora já me adaptei, de qualquer modo, e já não parece mais tão estranho voltar para casa no verão e não encontrar meus pais.

E com essa nota meio depressiva, termino de contar minha história. Primeiro que eu não tenho mais nada de importante pra falar e segundo que se você leu tudo isso aqui, é um herói. E um ridículo, pqp, pra que ler a droga da história que nem é sua? Vai dar sentido pra sua vida, criatura.

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David J. Cook
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