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 Henry Maxwel Matthews

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AutorMensagem
Henry M. Matthews
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Mensagens : 100
Data de inscrição : 13/02/2012
Localização : Quer me sequestrar? D:

MensagemAssunto: Henry Maxwel Matthews   Seg Fev 13, 2012 6:10 pm

    · ((Dados do Personagem))
    · Nome completo
    : Henry Maxwel Matthews
    · Apelido (s): Hank.
    · Idade (lembrando que os alunos estarão no sétimo e sexto ano, logo a idade deve ser entre 16 ou 17): 16
    · Parentes: Pai, Mãe, Tios, Primos, Primas, Avô e avó paternos, Avó materna e Irmã mais nova.
    · Raça (sangue-puro, mestiço ou trouxa?): Sangue-Puro
    · Data de Nascimento: 07/07
    · Local do Nascimento: Liverpool, Inglaterra.

    · ((Teste de Ação))
    · Descreva uma situação vivida pelo seu personagem, mínimo 15 linhas:

    · Era inverno em Leeds, mais precisamente em uma casa de campo na estrada para a cidade. A casa era grande, muitos cômodos mesmo para poucas pessoas na época. Minha família gosta de neve e sempre, nessa época do ano, tem mania de se passar uma ou duas semanas apenas para fortalecer os laços de uma família. Eu ainda pequeno, tinha apenas 13 anos e Eileen (Irmã mais nova) com apenas 10, não tínhamos muita noção do que significava a fuga da cidade para algo mais calmo. Minha época rebelde por muito pouco não permitiu uma tragédia que me levaria ao arrependimento pelo resto da vida.

    · Sentia que tudo era um tédio, não gostava de ficar longe dos amigos que tinha. A cidade era mais do que um refugio, e agora era apenas uma memória na mente imatura que ainda era a minha em meio a esse jantar tão especial para meus familiares, mas para mim não bastava de comida em meio ao nada. Sentia que deveria fazer algo para chamar a atenção dos pais e os fazerem perceber que isso era sem sentido algum.

    · Depois do jantar, na parte da noite em que nos preparamos para dormir, andei furtivo pela casa para não chamar indevidas atenções. Meu plano era simples, assustar meus pais saindo de casa com minha irmã para apenas notarem como é perigosa a vida fora da cidade, mas algo saiu muito errado.

    · No quarto da irmã foi fácil convencê-la a sairmos. Brincar na neve era nosso passatempo favorito nessa casa. Casacos a postos e silêncio ao sairmos da casa, tudo estava certo até mesmo a parte em que dizia para irmos um pouco mais longe para não fazer barulho e para um local com mais neve. Em pouco tempo nos perdemos, e digo isso com pouco de vergonha mais estava morrendo de medo. A sensação de não saber onde se está é terrível e assustadora, ainda mais com uma criança que você é responsável. Mesmo rebelde como eu era não podia fugir da responsabilidade de uma vida em minhas mãos, e assim como eu ela estava tensa. Tentava acalmá-la dizendo que sabia como nos tirar dali, só precisa dizer isso para mim mesmo e essa parte era difícil, pois ao contrário dela, sei quando minto.

    · Em um momento de pânico talvez, Eileen se sentiu mais assustada do que nunca e pensou ter visto algo. Talvez um vulto, talvez alguém conhecido ou o que quer que fosse para nos tirar dali, mas o que aconteceu foi que ela correu. No meio do nada, com neve a todo lado e com único barulho que fazia era o silêncio de uma noite fria. Não consegui segurá-la, só consegui correr atrás. Quando olho para trás me faz querer ter o físico que hoje tenho, mas antes ao auge dos 13 anos, um garoto não corre muito no escuro seguindo apenas choramingões de uma garotinha.

    · Seguindo-a com esforço até chegar a uma parte aonde sabia que era extremamente perigoso. Muitas notícias o tempo todo aparece em todos os cantos sobre crianças que morrem de frio em locais onde o chão não resiste e cede a qualquer pese, e antes que voltem o gelo novamente se fecha a trancando na água para sufocar. Um frio me subiu a espinha, medo agora não por mim mas por algo que pensava não existir em mim. Amor a minha irmã e ódio profundo de ter saído nessa maldita noite para fazer besteiras novamente. Desesperado corria, gritando pelo nome dela e então algo para me apavorar a alma. Escuto barulho ao longe de gelo quebrando e corpo caindo em água com leve grito feminino abafado pela noite e pelas árvores.

    · Reflexo foi tudo que me guiou. Por segundos não respirei, apenas olhei ao redor com a adrenalina a mil na cabeça procurando uma forma de encontrá-la. Ainda não a via, e isso me incomodava de tal forma que amassava meu coração em simplesmente deixar as coisas rolar... Tinha que fazer algo. E o que eu fiz foi confiar em algo que a muito não fazia, algo que aconteceu comigo apenas uma vez. Algo que poderia explicar meus reflexos rápidos, minha destreza aprimorada e minha capacidade de comer muito, eu acho. Animagia.

    · Desde que nasci, tinha a capacidade de me transformar em uma fera, com força, agilidade e sentidos apurados. Um tigre branco, como a neve, e algo que abominei e escondi por toda a vida foi justamente o que tornou o pior momento da minha vida melhor do que poderia ter se tornado. Não demorou a me transformar, sentindo logo a direção pelo faro. Corria como um felino, com a leveza de uma folha sob a frágil camada de gela que impedia minha irmã de subir. Vê-la se afogar foi e continua sendo a pior memória que poderia ter. Força bruta foi tudo que tive, aprimorado pela forma em que estava e ainda mais com o que tinha em risco, agarrei seu colete com a garra quebrando uma grande parte do gelo, em seguida trazendo para a boca e a puxando do lago.

    · O que aconteceu depois eu prefiro não me lembrar, e na verdade é algo que até na família não é comentado. Mas posso dizer que a partir desse dia em diante, sabia do que minha família precisava. Não de um rebelde que reclamava de tudo, que só sabia dar trabalho e questionar a autoridade dos pais. Mas de um filho, e acima de tudo, um irmão mais velho, pois naquele dia eu soube o tamanho da importância da família. Nunca chorei como naquele dia pedindo perdão a todos, e jurei nunca mais precisar pedir perdão a todos novamente por fazer mais burrices como essa.

    · ((Aparência))
    · Altura
    : 1,76
    · Olhos: Castanhos e médios
    · Cabelos: Castanhos escuros e curto
    · Corpo: Magro com músculos definidos mas não muito visíveis
    · Particularidades: Animagos (Tigre branco)
    · Avatar: Penn Badgley

    · ((Personalidade))
    · Humor: Normalmente calmo e bastante confiante de si, sempre disposto a conhecer novas pessoas sendo de bem com todos.
    · Qualidades: Amigo, leal, fiel, honesto...
    · Defeitos: Preguiçoso, Tímido, Ciumento, Tende a exagerar as coisas...
    · Manias: Coçar a cabeça, Estalar os dedos, Mexer as pernas quando parado por muito tempo, coisa de nervosismo (Parece não fazer sentido as qualidades com defeitos e manias, né? Mas é assim que vejo...).
    · Maior desejo: Conquistar o mundo! (Brincando viu...!) Nenhum grande, apenas aprender o máximo de coisas que consiga e formar uma família feliz igual a sua.
    · Maior medo: Palhaço (Eu sei, falta de imaginação... mas são 2 da madruga, me dêem créditos.)
    · Forma do Patrono: Leão!
    · Cheiros de atração: Cheiro da Macarronada com Calabresa da mãe e de Presentes novos.
    · Pior memória: Irmã se afogando e quase não conseguir salvá-la.
    · Vê testrálios? Sim

    · ((Dados Escolares))
    · Casa: Gryffindor
    · Matéria(as) preferidas: Trato de criaturas mágicas, Astronomia
    · Matéria(as) que não gosta: Adivinhações
    · Matéria(as) com mais aptidão: Defesa contra Arte das Trevas
    · Matéria(as) com menos aptidão: Adivinhações
    · Varinha: Sabugueiro, 26cm, Núcleo com essência de coração de dragão.
    · Animal de estimação: Coruja preta (Zil)
    · Monitor: Pode ser... Será que posso ocupar a vaga? ^^
    · Quadribol: Sabe jogar bastante, tem bons reflexos, mas não gosta de competições.
    · Objetos Mágicos: Nenhum

    · ((História))
    · Mínimo 15 linhas


    · Minha história pode se dividir em duas partes. Antes e depois do trauma. Como é melhor sempre deixar tudo bem entendido, vou falar um pouco de ambas as parte.

    · Se você conhece aqueles filhos mais velhos de pais ricos que só querem saber de coisas caras, do que é mais novo, de se importar consigo mesmo e de não ligar muito para laços familiares, então você me conhece até os 13 anos. Eu era assim, não ligava para muitas coisas a não ser em saber quando ia sair novo jogo ou quando ia aprender novas magias. Até mesmo fui o primeiro a superar uma morte na família, de uma tia meio distante, que estava no hospital com câncer e morreu quando todos estavam presente. Foi algo que abalou um pouco a todos, mas por algum motivo superei primeiro, mesmo ela tendo sido importante em uma parte da vida quando aprendi a caminhar.

    · Não me confunda com aquele pessoal que zoava com os menores nas escolas e que eram brigões, também não era um valentão. Arrogante talvez, mesmo com a família, pelo menos era o que eu tentava mostrar a todos até o incidente que mudou todo o rumo da minha história. Se me perguntassem, eu seria o primeiro a afirmar que nada pode mudar as atitudes de uma pessoa a não ser ela mesma... Hoje em dia eu não sei de mais nada.

    · Depois disso, segunda metade dos 13 anos, passei a interagir mais com as pessoas. Passei a ser menos evasivo com todos, especialmente com irmã mais nova que sempre que tentava falar comigo, maioria das vezes tratava-a como o que eu era... Alguém que não ligava a mínima. Passei a estudar e até mesmo gostar de esportes. A aceitar a magia como forma de dom, não como pensava antes que era apenas um instrumento para bens próprios.

    · Lembro-me a primeira manifestação de magia em minha vida, foi bem pequeno. Não sei exata a idade, mas sei bem que estava em casa, no quarto, tentando pegar uma bola que estava bem mais alto do que podia pegar. Era na verdade um globo do mundo, e de alguma forma a prateleira com o globo trincou e depois arrebentou magicamente. Digo isso porque a madeira era de boa qualidade e grossa, e também a bola caiu em minha cabeça... Hilário.

    · Entrar em Hogwarts foi quase uma festa para a minha família. Escola renomada e com o novo eu no mundo era quase um sonho para a família se tornando realidade. Família tem dinheiro podendo me bancar na escola, mas na verdade o que os deixou com mais orgulho foi ter entrado com a bolsa de estudos, o que provava que realmente estava mudado.

    · Hoje em dia os planos não mudam. Agora com 16, uma fase um tanto estranha para um garoto, vivo minha vida na expectativa que as coisas possam melhorar não só para si, agora não sou mais egoísta, mas para toda a família.
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MensagemAssunto: Re: Henry Maxwel Matthews   Seg Fev 27, 2012 12:56 am

Bem vinda Henry!

Ficha devidamente movida pro tópico correto.

Att,
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Henry Maxwel Matthews
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