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 Violet L. Stuart - 6º ano

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AutorMensagem
Violet L. Stuart
Ravenclaw
Ravenclaw
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Mensagens : 20
Data de inscrição : 04/03/2012

MensagemAssunto: Violet L. Stuart - 6º ano   Qui Mar 22, 2012 3:55 pm

Violet Lisbeth Stuart
You're perfect to me


Nome: Violet Lisbeth Stuart
Apelidos: O pai chama-a de Liz, mas os seus amigos e outras pessoas habituaram-se a chamá-la de Vi, apenas de Violet ou algum nome amoroso que remeta à sua pouca altura como “baixinha” e “hobbit”.
Idade: 16.
Raça: Nascida-trouxa
Data de nascimento: 25/05/1997
Onde nasceu: Londres, UK.
Família: A mãe morreu quando ela era pequenina, por isso é só ela e o pai, uma das pessoas mais ricas da Grã-Bretanha e o Primeiro-Ministro do país. Não tendo tanto tempo para a filha como gostaria redime-se fazendo e comprando tudo o que ela quer, desde que era pequena e por isso pode-se dizer que a mima um bocado. Apesar do pouco tempo que tem livre faz questão, ao menos, de nas férias de Verão estar o mais tempo possível desocupado para passar tempo com a sua menina.
Não passa grande tempo com o resto da família já que a mesma (tal como grande parte do país) pensa que ela está num colégio interno na América, de modo a ter a melhor educação possível.


"They don't like my genes
They don't get my hair"

Altura: É um bocado baixa para a idade, sendo por isso chamada de “baixinha” – carinhosamente, é claro – por alguns dos amigos mais próximos.
Olhos: Grandes e de um tom quente de castanho, rodeados por uma cortina de pestanas negras. São bastante expressivos e, junto com o beicinho, a melhor arma para conseguir o que quer (puppy dog eyes sempre resultaram).
Cabelos: Longos e negros, são naturalmente lisos com alguns jeitos nas pontas e normalmente estão cortados num corte escadeado com uma franja direita na testa. É normal vê-los apetrechados com bandoletes ou gorros coloridos ou uma trança bonita, no dia-a-dia.
Corpo: Tem curvas delicadas e sinuosas e, embora não seja esquelética, tem um corpo em forma e bonito, coberto por pele delicadamente bronzeada – um tom mais escuro do que a maioria dos nascidos britânicos. Apesar de tudo, ela não acha que tenha um corpo perfeito e é bastante insegura quanto ao mesmo, tal como quando ao nariz ligeiramente proeminente que herdou do pai.
Avatar/Photoplayer utilizado: Lea Michelle


"Change the voices in your head
Make them like you instead"

Personalidade: É simpática, amigável e carismática e provavelmente a melhor amiga que tu podes ter, sendo bastante leal e pondo os outros sempre à frente dela e dos seus próprios problemas – o que, certa forma, explica as suas inseguranças, sendo que ela acha os problemas dos ostros sempre mais importantes que os dela. Além de insegura, também pode ser bastante ciumenta – o que também pode advir da característica anterior – e é bastante obsessivamente apaixonada com tudo o que gosta e tudo o que quer e não desiste até conseguir – embora tenha o cuidado para não pisar ninguém pelo caminho.
Qualidades: Leal, extrovertida, carismática, inteligente, ambiciosa.
Defeitos: Insegura, ciumenta, teimosa, por vezes não sabe aceitar um “não” como sendo definitivo.
Maior medo: Perder o pai e aqueles que ama.
Maior desejo: Ser uma designer trouxa bem sucedida.
Forma do Patrono: Um caniche.
Cheiros de atração: Madeira acabada de cortar, tecidos, menta.
Pior memória: Quando a mãe morreu.
Vê testrálios? Não.


"Pretty pretty please don't you ever ever feel
Like you're less than f* perfect"

Casa que pertence: Ravenclaw
Ano:
Matéria(as) preferidas: Estudo dos Trouxas, Feitiços.
Matéria(as) que não gosta: História da Magia, Poções.
Matéria(as) com mais aptidão: Estudos dos Trouxas, Runas Antigas.
Matéria(as) com menos aptidão: Poções, Aritmância.
Varinha: 23cm, de laranjeira com cerne de pelo de unicórnio e que ela insiste que um dia vai incrustar toda com pedras preciosas.
Animal de estimação: Uma gata persa branca que foi nomeada de Sparkly e que anda sempre a trotear pelo Salão Comunal com a coleira de pedras preciosas a tilintar.


"Bad decisions that's alright
Welcome to my silly life"

Ter um pai como político sempre fora diferente e, sendo assim, quase desde o seu nascimento, Violet sempre fora mais ou menos conhecida e, apesar de gostar muito do pai, durante parte da sua infância nunca fora muito ligada a ele. Era pela mãe que chamava quando tinha um pesadelo, quando queria ajuda, quando queria mostrar o que fizera na pré-escola naquele dia. Era com a mãe que passava as tardes – a fingir que era uma senhora fina numa festa de chá e os seus peluches eram os seus amigos ou a ver as revistas de moda preferidas da sua mãe, pretendendo perceber mais do que os vestidos bonitos que via nas fotografias – e as manhãs e era com a mãe que ia a todo o lado, desde passear no parque, ir ao shopping ou até mesmo, a partir dos sete anos, acompanhá-la na London Fashion Week.

Por isso, fora claramente um choque quando descobrira que a mãe fora para “o céu” e nunca mais ia voltar nos seus tenros dez anos e dois meses – só mais tarde soubera que a culpa fora toda de um camionista bêbedo que, provavelmente, nem soubera quem, atingira. De repente, ficara só com o pai, a pessoa com quem não tinha grande ligação, a pessoa que mais tempo passava fora de casa e, agora ainda mais, com uma campanha política a decorrer e, segundo as sondagens, prestes a ser primeiro-ministro.

Com todos os nervos e tristeza e com toda aquela frustração de a mãe ter morrido, sentir-se verdadeiramente sozinha a uma tão tenra idade e o pai ter sido votado como primeiro-ministro da Grã-Bretanha era normal que se descontrolasse e foi nessa altura que teve a sua primeira demonstração de magia. O pai explicou-lhe o que sabia, que era bastante pouco, e os senhores do Ministério – “eles não são meus colegas, filha, o ministério de que eles falam é outro” disse o seu pai – que foram lá a casa explicaram o resto: como o mundo mágico e o “normal” conviviam em sociedade e sem conflitos, como seria imperativo que ela tivesse estudos para controlar a sua magia e aprender a ser um membro respeitável dentro da sua sociedade, como ninguém “normal” poderia saber que ela era uma bruxa e ela ia receber uma carta de Hogwarts brevemente.

Depois de receber a carta – que foi entregue por uma coruja realmente feia – e, meses antes de ela ter de ir para a escola, o seu pai passou a estar muito mais tempo em casa, trabalhando a partir da mesma e passando mais tempo com a Violet. Ainda era difícil falar sobre a morte da mãe, por isso falavam de tudo menos isso, incluindo futebol – que ela, com os seus onze anos, detestava – e moda – porque ela queria continuar a ir à FW e a comprar a sua roupa de alta costura e todos aqueles tecidos e cores e vida faziam-na lembrar da mãe, porquê parar?

O dia do embarque no Expresso chegou rápido e depois de se despedir do pai com um abraço forte – ela ainda hoje desconfia que foram lágrimas que vira nos olhos dele – e um aperto de mão a cada um dos guarda-costas – Phil, Leonard e Clover -, entrou no comboio. Ela estava com medo, era visível mas depois de conhecer uns primeiranistas como ela, foi fácil ficar mais à vontade, por muito que o que ela mais quisesse fosse voltar para os braços do pai ou, melhor, que a mãe nunca tivesse morrido e estivesse ali com ela. Foi sorteada para Ravenclaw – a casa dos inteligentes, diziam – e, no primeiro dia, fez uma espécie de amizade com as suas colegas de dormitório.

O primeiro ano correu-lhe bem, e o segundo, e o terceiro. A cada Verão ficava mais próxima do pai, a cada Verão era mais fácil lembrar-se da mãe e das coisas boas – do frescor de menta que a parecia estar sempre a envolver, da delicadeza dos tecidos das suas roupas, da sua voz delicada e harmoniosa, da sua paixão com tudo o que tinha a ver com música e clássicos e moda e Audrey Hepburn e a sua inveja dos cabelos loiros da Marylin Monroe – e, a cada Verão, Vi ficava mais bonita, mais feminina e mais parecida com a sua mãe, nos seus gestos, na sua voz, na maneira como aprendera sozinha a mexer na máquina de costura, em como adorava devorar as páginas da Vogue repetidamente e se vestia, como se fosse uma criança e uma adulta ao mesmo tempo. Ela era uma criança e uma adulta, ao mesmo tempo.

Com os 14 anos, vieram as inseguranças: não era como se a maneira como as suas amigas falavam das suas mães não lhe desse um bocado de inveja antes, ou as notas altas daquela Gryffindor ou não era como se ela não quisesse ser “sangue puro” de vez em quando, só para não levar olhares de lado e comentários jocosos daqueles mais tradicionais. Mas aquelas inseguranças adolescentes e novas eram diferentes, porque agora aquela moça era muito mais magra que ela, ou tinha uns olhos mais bonitos, com uma cor de opala exótica igualzinha ao daqueles sapatos de que ela gostava tanto. Ou aquela tinha um nariz menor e a outra Slytherin estúpida estava sempre a gozar com o seu “nariz de judia”, quando ela nem sequer era judia. E aquela tinha um namorado, quando único beijo que Violet já tinha dado a um rapaz tinha sido num jogo infantil de Verdade ou Consequência.

Basicamente, era uma inveja bastante diferente que, em vez de a deixar amarga com os anos, só a fizera mais insegura. E a querer a mãe, cada vez mais. Não era como se ela não soubesse que era bonita mas, na visão dela, ela não era atraente e só era bonita de uma forma abstrata, como um quadro a ser pintado uma e outra vez. Era assim que ela via o seu corpo, principalmente quando se vestia de manhã da sua forma exótica e ”fashionista”.

Fora entre os 14 e, agora, 16 que realmente começara a ser menos ingénua e a acreditar menos com as pessoas, embora ainda cometa erros de julgamento, de vez em quando. Apesar de tudo, descobrira que no seu grupo de amigos havia pessoas que faziam falta e outras que nem tanto e amigos que eram verdadeiros e outros nem tanto. A sua lealdade para com as pessoas gosta não mudou – talvez até ficou maior -, a sua visão para com o mundo é que se alterou um bocado.

Porém, não as inseguranças. E muito menos o desejo de ter a mãe ao lado – esse, nunca iria desaparecer.


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MensagemAssunto: Re: Violet L. Stuart - 6º ano   Qua Mar 28, 2012 2:43 pm

Bem vinda Violet!

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Violet L. Stuart - 6º ano
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