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 14 de Abril - Noite

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AutorMensagem
Rachel K. D'lacroix
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MensagemAssunto: 14 de Abril - Noite   Ter Ago 07, 2012 5:12 am

O sol já se punha quando um garoto visivelmente abalado entrava no hospital carregando uma garota incosciente nos braços. Médicos e enfermeiras correram para prestar socorro, e deitando-a numa maca, sumiram de vista levando-a para a sala de emergência, deixando um James preocupado e temeroso na recepção.

O rosto pálido dela em contraste com o cabelo castanho indicava a perda de sangue, havia um corte profundo em sua testa e vários outros por seu corpo assim como hematomas e arranhões. Mas todos esses eram ferimentos superficiais, o mais grave de todos foi comprovado depois de vários exames, um hematoma em seu cérebro ocasionado por uma forte pancada na cabeça. Não havia reação ocular, verbal nem motora da paciente. O diagnóstico era traumatismo craniano severo, seguido de coma profundo com 85% de probabilidade de morte. ão havia mais o que fazer. Era preciso mandá-la para um quarto e esperar a chegada dos famíliares para informá-los da infeliz fatalidade.

É impressionante como tudo pode mudar de uma hora para outra, em questão de segundos um sorriso se desfaz dos lábios, uma lágrima escorre pelo rosto, e uma única ação ou reação gerada pode determinar o rumo da sua vida. Num minuto você está vivo e no seguinte pode estar morto, ou imerso numa escuridão profunda, preso dentro de um corpo inerte sem o controle da própria mente. E assim estava Rachel, se ela pudesse abrir os olhos veria o teto branco do quarto de Hospital em que se encontrava. Sentiria o incômodo do tubo respiratório em seu nariz, do catéter fixado na veia de seu braço, e se irritaria com o barulho e bips irritantes vindos dos aparelhos que rodeavam a sua cama. Monitorando sua atividade cerebral, e seus batimentos cardíacos, ajudando a mantê-la viva.

Mas ela não podia abrir olhos, não podia se quer se mover, naquele momento estava alienada de tudo e de todos. Ela não podia ouvir o médico informando sua família que seu quadro clínico não era dos mais esperançosos. Não podia ver seu pai e sua mãe – finalmente juntos numa mesma sala sem brigar – olhando-a desolados. Não podia ver suas irmãs – principalmente Shane que sempre foi a mais chegada – com os olhos avermelhados, resultado de um choro sentido. Não podia ver sua parceira, e até então única amiga – Char – sentada no canto da sala com a feição pálida e o olhar descrente, ainda com dificuldade para assimilar a informação. Nem mesmo podia ver James – seu grifino lindo – sentado ao lado da cama segurando sua mão, pedindo com sussurros para que acordasse.

No entanto de alguma maneira, mesmo sem abrir os olhos e visualizar seus rostos, podia sentir a presença de cada um deles. E em algum lugar, bem lá no fundo de sua mente ouvia ecos de vozes conhecidas, e ainda que por vezes elas soassem confusas eram elas que mantinham sua vontade de continuar viva, se recuperar e poder falar o que nunca falou antes. Lamentava não ter demonstrado afeto pelas irmãs da maneira devida. Por ter brigado com Shane naquele mesmo dia mais cedo, ignorando seu estado depressivo. Por nunca ter dito a Char que a considerava mais do que apenas uma parceira, mas como sua melhor amiga. E acima de tudo, lamentava ter feito James sofrer de um jeito tão frio, e temia nunca mais ter a chance de pedir que a perdoasse.

O bip no aparelho do lado soou mais alto, anunciando um pequeno aumento na atividade cerebral, mas em questão de segundos o mesmo tornou-se quase inaldível. E junto com ele, as vozes na cabeça de Rachel também pararam de soar, deixando-a imersa na escuridão de sua inconsciência, e no mais absoluto silêncio. Longe do alcance de todos que amava, inalcansável até mesmo para James.

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James Sirius Potter
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Sex Ago 10, 2012 7:26 pm

Fim? Não, por favor…

CXV

    A coisa que eu mais tenho medo na vida, é de perder minha família, mas não a minha grande e enorme família, mas aqueles com que eu moro sabe? Perder meu pai, perder minha mãe, perder meu irmão chato ou minha irmã. Por eles, faço tudo, mato, morro, qualquer coisa. Depois de hoje, descobri que Rachel entrou nesse hall. O ruim, é que descobri isso da pior maneira.

    Eu sabia que não era boa coisa quando vi elas reunidas no mapa, mas sabe, não imaginei que ia me deparar com aquela cena. Pelo pouco que vislumbrei o semblante de Lils, Hannah e Chloe, elas também não esperavam isso. Mas isso não importava naquele momento, eu precisava tirar Rachel debaixo daqueles escombros, e com vida. Com feitiço e um pouco de ajuda das gurias, tirei Rachel ali de baixo, ver ela tão machucado, como queria estar no lugar dela, e evitar que ela sentisse essa dor. Ignorei as provocações de uma das gurias, peguei Rachel no colo. Vocês viram o que fizeram? Falei antes de sair de dentro da casa dos gritos.

    Nunca me senti tão nervoso, mas tão determinado na vida. Caminhava determinado com Rachel no meu colo, porém, estava evidentemente abalado. Meus olhos vermelhos, as lágrimas já estavam me traindo, mas não era bem traição, era algo que eu não estou controlando. Estava sujo do sangue da Rachel, mas nada disso importava. Eu tinha que levar ela para o hospital. Eu sei que na enfermaria não ia adiantar, precisa ser no hospital.

    No portão de saída da Casa, fechei os olhos, me concentrei e aparatei na frente do St. Mungus. Corri o mais rápido que pude com Rachel no meu colo e entrei no hospital, logo fui gritando por ajuda. Socorro, me ajudem, ela ela está muito machucada. Comecei a chorar, que saco, não queria começar a chorar, mas foi inevitável. Logo apareceram os medibruxos, tiraram ela do meu braço e levaram para atendimento. Fiquei parado, no meio da entrada, sujo de sangue, com as lágrimas caindo, tentando entender o que estava acontecendo.

    Uma enfermeira veio e me tocou no braço, me levou no banheiro e fez eu lavar as mãos e o rosto. Obedeci sem falar nada. Continuei com a roupa suja do sangue da Rachel. Então ela falou que eu tinha que dar os dados e explicar o que aconteceu. Rachel D’Lacroix, o telhado da Casa dos Gritos, em Hogsmead, caiu em cima dela. Sou o, hm, não sei mais, mas eu era o namorado dela, James Sirius Potter. A enfermeira reconheceu o sobrenome da Rachel e o meu, o que não me surpreendia, éramos famílias famosas no mundo bruxo. Assim que preenchi a ficha, pensei quem era importante para Rachel, avisei seus pais, suas irmãs e sua melhor amiga, Char. Mandei uma carta urgente para meus pais, contando o que aconteceu. Avisei o diretor de Hogwarts.

    Fiquei sentado na recepção, aos poucos as pessoas que chamei foram chegando, expliquei o que aconteceu tantas vezes, que até me perdi. Todos notaram que eu estava sujo de sangue, não precisou dizer que era da Rachel. Vi a reação furiosa da Shane, o desespero de sua mãe, o choro de sua outra irmã, o choque de Char, e a tristeza de seu pai, que me agradeceu por ter levado ela.

    Estava impaciente, fiquei andando de um lado para o outro, diversas vezes fui até o balcão de informações perguntar se já tinham alguma notícia. As horas adentraram, já era bem tarde. Até que, finalmente, Rachel foi levada para o quarto.

    Sentei do seu lado, fiquei segurando sua mão. O médico explicou a gravidade do quadro, dá para imaginar a reação de todos, e a minha. Comecei a chorar de novo, tentei me segurar, mas as lágrimas escaparam. Olhei para Rachel, segurei mais firme sua mão. Acorda Rachel, por favor. Eu sei que tu é forte, acorda, não me deixa, acorda. Falava baixo, perto dela, não tinha mais forças para falar em alto bom som.

    Até que uma hora aquelas máquinas apitaram, levantei o rosto esperançoso, mas ela não reagiu. O veloz semblante de felicidade, desapareceu de meu rosto tão rápido quanto surgiu.

    Fiquei ali, a madrugada inteira, do lado dela, sem mover um passo para longe.

    E ainda estou, do lado dela, firme.

    ------
    Nhac, ficou ruim =/

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Rachel K. D'lacroix
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Seg Set 10, 2012 3:02 am


30 de Abril – Noite


Rach... Meu nome ecoou na escuridão profunda rompendo o silêncio.James? a voz era distante e quase inaudível, mas eu tinha quase certeza de que era James me chamando. Meu coração acelerou junto com som de um bip distante, queria procurá-lo, seguir sua voz, mas estava tudo tão escuro e algo me impedia de me mexer Rach...Eu te amo... dessa vez a voz soou mais alta e tive certeza, era ele. James! Comecei a me debater descontroladamente tentando com todas as minhas forças saí do lugar. Onde ele estava? De onde vinha sua voz? E a certeza de que meu grifino estava ali em algum lugar, me fazia ansiar desesperadamente por encontrá-lo. Poder ver seu rosto, senti seus braços me abraçando, e me derreter com aquele sorriso que só ele tinha.

Finalmente consegui me livrar daquela prisão invisível, a escuridão não parecia mais tão densa, e o silêncio já não existia. Em seu lugar barulhos estranhos e bips penetraram meus ouvidos me dando as boas vindas á realidade. Tentei abrir os olhos mas as pálpebras pesadas demais me impediam de fazê-lo, e o mesmo acontecia com cada músculo do meu corpo. Se aquele barulho irritante não parasse logo, algo seria feito em pedaços. Fiz mais uma tentativa de me mexer e dessa vez senti uma dor aguda em meu braço, parece que tinha uma agulha presa nele. Tudo ficava mais fácil á medida que os segundos passavam e finalmente abri os olhos mas fechei logo em seguida por causa da luz forte.

Tornei a abri-los e pouco a pouco minha visão foi se acostumando com a luz do ambiente, estava num quarto branco e meia dúzia de aparelhos rodeava minha cama. E demorou apenas um segundo para que meu olhar pousasse na única pessoa que estava ali, dormindo numa poltrona numa posição bem desconfortável. Tentei chamar seu nome, queria gritar que eu acordei, e que tirasse aquelas coisas de mim. Mas minha garganta estava seca e não conseguia falar, e por minutos que pareceram uma eternidade tudo o que consegui fazer foi ficar ali deitada, com os olhos abertos observando James dormir. Numa última e angustiada tentativa tentei chamá-lo novamente, e me surpreendi quando consegui – Ja...James – minha voz soou baixa e rouca, e seria um milagre ele me ouvir. Mas se a voz dele me acordou, tinha esperança de que a minha, mesmo fraca pudesse fazer o mesmo.



Última edição por Rachel K. D'lacroix em Seg Set 10, 2012 4:44 am, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Seg Set 10, 2012 3:38 am

Mais um dia, com esperanças.

CXVII

    O Diretor, depois dos meus pais autorizarem, liberou minha saída toda noite da Hogwarts. A restrição era eu não baixar as notas, então, com o time, passei a quase não dormir mais. De dia aulas, de tarde treinos, de noite hospital. E bem, hora de dormir? Descobri que sou bem bom com poções.

    E mais uma tarde de treino – as tardes que não tinha, dividia entre estudo de quadribol e as matérias. Tomei um banho, coloquei uma calça jeans e um moletom e parti para o hospital. Minha aparatação melhorou bastante também, passei a aparatar e desaparatar todos os dias mesmo.

    Cheguei no hospital, cumprimentei as enfermeiras e medibruxos, estava conhecido no local já. E fui, sem precisar pensar, por ser automático, para o quarto de Rachel. Troquei as flores no vaso ao lado dela. Dei um beijo em sua bochecha e rezei mais um pouco. Todo dia, incansavelmente, porque sei que ela vai melhorar. Só está demorando um pouquinho.

    Acabei sentando na poltrona, conversando com ela, mas acabei dormindo. Bem, as minhas olheiras denunciavam o tempo que eu não dormia direito. Não sei se sabem, mas costumo falar dormindo o que eu sonho. É, me entrego até quando durmo. E nos últimos tempos, os sonhos/pesadelos tem sido com Rachel e com tudo que aconteceu.

    Nessa cochilada, não foi diferente. Mas, como raramente andava acontecendo, esse sonho foi bom. Eu via Rachel, ela estava bem, e vinha na minha direção. Rach... eu te amo... Os murmúrios saíram audíveis.

    Então escutei a voz dela, baixinho. Me chamando. Mas pêra ae, o som não era do meu sonho. E escutei uns bips diferentes. Acordei e cai da poltrona assustado. Outch. Levantei rapidamente. E olhei para Rachel. Esfreguei os olhos, podia estar dormindo ainda. Mas não, ela estava com os olhos abertos, sorriso fraquíssimo, me olhando. RACHEL! Corri em direção a cama, não estava longe dela, mas né, os 2 passos que dei foram correndo. E me abaixei ao lado da cama, segurei delicadamente seu rosto e lhe dei um beijo de leve. Sempre soube que tu ia acordar, jamais perdi a esperança. Meus olhos se encheram de lágrimas, ela acordou e meu coração voltou a arder de amor junto com ela.

    ------


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Rachel K. D'lacroix
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Seg Set 10, 2012 5:42 am

Era como acordar de um sono pesado, no qual você simplesmente dorme e acorda no dia seguinte sem lembrar o que sonhou. A diferença é que eu não tinha ido dormir de boa vontade e não me sentia mais revigorada depois de acordar, pelo contrário, meu corpo estava completamente dolorido, minha cabeça doía e minha garganta estava seca como se não bebesse água á dias. Mesmo fraca consegui chamar James e fiquei esperando ansiosamente que ele acordasse. E só quando o vi caindo da poltrana é que tive certeza de que ele realmente havia despertado, e o melhor de tudo, continuava sendo o meu James, aquele que conseguia ser atrapalhando de um jeito muito fofo quando queria.

Um sorriso fraco delineou meus lábios quando ele finalmente olhou pra mim e gritou meu nome. E me surpreendi de verdade quando senti os lábios dele tocando os meus num beijo delicado, e seus olhos me fitaram cheios de lágrimas. Olhei um tanto confusa pra ele. Até onde eu lembrava antes do passeio pra hogsmead eu tinha dado mais um motivo pra ele me odiar, no entanto ele estava ali como se nada tivesse acontecido, e como se nosso namoro nunca houvesse terminado. E do que ele estava falando? Porque eu não acordaria depois de um simples desmaio? Afinal só tinha ficado um pouco tonta por conta da pancada na cabeça, mas de resto estava tudo bem comigo. Aliás, não sabia nem o porque de todos aqueles aparelhos ali do lado.

Consegui erguer o braço e pousei a mão no rosto dele, vê ele chorando me partia o coração, me lembrei do dia em que o fiz chorar no campo de quadribol e senti uma pontada de remorso. Mas aquele choro parecia diferente, não era de tristeza ou decepção, era de alegria e pela primeira vez eu me senti feliz por fazê-lo chorar - Ouvi você me chamando... - disse sem perder o foco de seu rosto nem por um segundo sequer - E disse que me amava...era um sonho? - perguntei esperançosa, ansiando por ouvir ele confirmar que era verdade, que apesar de tudo ele ainda me amava. E quando ouvisse isso, o pouco que ainda restava daquele muro que eu tinha construído em volta do meu coração numa tentativa de me proteger para que o amor que eu sentia por ele não me ferisse, viraria pó. Pois á muito tempo havia percebido, que tinha cometido um grande erro.
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Seg Set 10, 2012 2:23 pm

Milagre!

CXX

    Eu nem estava acreditando! Os medibruxos me falaram que não tinha previsão para ela acordar, que podia demorar, nunca acontecer, ou simplesmente acontecer. Eu estava torcendo para o simplesmente, obviamente, e sabia que ia ser ele, Rachel é forte, ia passar fácil por essa.

    Foram os piores 15 dias da minha vida. Porém, o acordar dela, me chamando, apagou isso. O sorriso dela, sabia que era para mim. Mas senti a confusão dela quando a beijei, será que ela não se deu conta que estava em coma? Ah, Merlin, acho que ela acha que só desmaiou e simplesmente acordou. Porque se for isso, a memória dela está de 15 dias atrás, onde um dia antes, brigamos de novo.

    Como vou explicar tudo para ela? Hm, difícil.

    Hei, não faz força não. Falei ao ver ela se mexendo. Mas daí sua mão pousou em meu rosto, e fechei os olhos recebendo seu carinho. Acho que ela vai notar minhas olheiras. Abri os olhos, marejados de lágrimas presas, quando ela falou. Eu sabia que falava dormindo, ela também sabia isso. Pelo jeito me escutou. Sorri todo bobo quando ela perguntou se era um sonho. Era um sonho sim, mas também é verdade. Nunca deixei de te amar. Era verdade. Se ela deixou de me amar, ou não. Se me iludiu, ou não. Não foi suficiente para destruir o meu amor por ela. Ela me machucou, mas parece que esse amor que depositou em mim, se tornou indestrutível – que coisa melosa né? Mas é verdade.

    Puxei a cadeira e sentei do seu lado. Segurei sua mão e dei vários beijinhos nela. hm, acho que deve estar se perguntando o motivo de estar aqui e tão fraca ne? Pensei um pouco, fiz uma careta, e resolvi falar tudo de uma vez, mas com calma. Se lembra que foi para Casa dos Gritos e que o telhado caiu né? Vi vocês pelo Mapa do Maroto e fui correndo, sei la, sabia que não era coisa boa. Então te vi debaixo dos escombros, te peguei e te trouxe para cá.... Ah, espero que ela não fique pior, ou passe mal. Mas precisa saber, eu sei que ela odeia ser iludida ou coisa do tipo. Ahn, hm, isso foi a 15 dias atrás. Fiz uma careta temendo a sua reação. Entrelacei minha mão a dela, e segurei firme.

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Rachel K. D'lacroix
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Ter Set 11, 2012 3:14 am

Estava tão feliz por James estar ali, que tinha sido dele o primeiro rosto que vi ao abrir os olhos. No entanto, tenho consciência de que o tinha machucado muito, e depois do último encontro que tivemos na noite anterior - no corredor escuro - pensei que ele nunca mais fosse olhar na minha cara. E era exatamente por isso que me preocupava que aquilo fosse apenas minha mente me pregando uma peça. Principalmente porque era difícil acreditar que mesmo depois de todas as coisas ruins que lhe disse, todas as palavras ásperas, o modo como o tratei, ele simplesmente tinha ignorado tudo e tinha ficado do meu lado.

Ergui a mão e toquei seu rosto pra ter certeza de que ele era real, mas suas lágrimas molhando minha palma, e seu sorriso bobo ao ouvir minha pergunta não me deixaram dúvidas. "Nunca deixei de te amar" foi o que ele disse, e naquele instante senti como se um enorme peso fosse tirado das minhas costas, e um grande alívio tomou conta do meu coração. Mesmo depois de todas as minhas tentativas, ele não tinha deixado de me amar, e pela primeira vez na vida me senti feliz por ter falhado em algo. Mas não tive tempo de falar nada, logo ele estava sentado ao meu lado segurando minha mão, e em resposta á sua pergunta apenas fiz um leve movimento positivo com a cabeça. Na verdade eu sabia o motivo de estar ali, me lembrava perfeitamente bem - afinal aconteceu ontem - do chão da Casa dos Gritos cedendo sob meus pés e meu corpo batendo com um baque seco no chão de madeira, assim como também lembrava da última imagem que tinha em mente, um pedaço grande de concreto caindo em cima de mim, e a pancada em minha cabeça me fazendo apagar.

Disso tudo eu sabia, o que eu não sabia era porque estava me sentindo fraca como se tivesse sido dopada por uma dosagem cavalar de calmante para hipogrifo. Continuei acenando afirmativamente com a cabeça enquanto ele recapitulava o que tinha acontecido. Mas o único detalhe daquela história que pra mim era desconhecido, era o fato de que foi ele quem me tirou dos escombros e me levou pro hospital. Ou pelo menos era o que eu pensava até ouvir o que ele disse á seguir. Como assim isso tinha acontecido á 15 dias atrás? Eu não posso ter ficado desmaiada por tanto tempo. - Quinze...dias..? - por um momento lancei um olhar incrédulo pra ele, achando que ele estava apenas brincando. Mas então me atentei aos detalhes que havia na sala, a data que marcava no calendário pendurado na parede 30 de Abril... todos aqueles eletrodos colados no meu corpo, a agulha de medicação no meu braço...Mas que droga que aconteceu comigo? Me perguntei com um misto de confusão e raiva.

Aquilo não podia ser verdade, e apostava que se pudesse me levantar da cama, ficaria de pé normalmente como se nada tivesse acontecido. E não sei como fiz isso, mas tirando forças de não sei onde simplesmente puxei a agulha do meu braço, arranquei aqueles eletrodos que estavam colados na minha cabeça e no meu peito - fazendo as máquinas silenciarem - e ignorando os pedidos de James pra que eu não me esforçasse, coloquei os pés no chão e desci da cama. Meio segundo depois estava caída no chão. Merda! minha vontade era gritar de raiva, você sabe o que é se sentir tão fraco á ponto de não consegui nem ficar de pé? Nunca me senti tão inútil, debilitada e frágil daquele jeito. Meus olhos encontraram os de James buscando calma, notando as olheiras que carregavam seu olhar cansado. Então me dei conta do que realmente importava naquilo tudo, se eu estava ali á quinze dias, á julgar por sua aparência abatida ele...não, não podia ser, será que ele tinha ficado ali comigo durante esse tempo todo? - Você ficou...aqui comigo? - perguntei num tom incrédulo.

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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Ter Set 11, 2012 5:54 pm

Explicando tudo!

CXXI

    Eu sabia que ela ia ficar totalmente desnorteada quando se desse conta o tempo que ela ficou “dormindo”. Mas resolvi contar tudo de uma vez, para a dor e a surpresa serem só uma. Ok, ela lembrava da história. Fui recapitulando tudo, mas notei a surpresa dela quando contei que eu a trouxe para o hospital e sua TOTAL surpresa quando contei o tempo que ela ficou em coma. Fiz uma careta fofa. Uhum, quinze dias em coma Rach.

    Ela olhou em volta para confirmar o que eu disse, não estava acreditando. Eu reagiria da mesma forma, afinal, ela “dormiu” e normalmente se acorda no outro dia. Hoje é dia 30 de abril. Passei a mão no pescoço. Tu se machucou bem gravemente sabe, bateu a cabeça muito forte e tal, daí acabou ficando em coma.

    Hei, não tira isso não! Antes que eu pudesse reagir, ela já tinha tirado o soro, as coisinhas grudada nela e levantado. Rachel é a guria mais teimosa que eu conheço, supera a Lily, ou seja, note a intensidade disso.

    Assim que ela colocou os pés no chão, me levantei e a segurei quando caiu. Mas ela chegou a cair, meus reflexos estão totalmente afetados pelo cansaço. Que saco. Calma, tu vai se recuperar super bem. Acordou antes do esperado. Sorri querido.

    A segurei no colo, nossos olhos se cruzaram, sorri todo querido, e a coloquei na cama, sentando na beirada, ao lado dela. Ri com a pergunta dela. É claro que fiquei. Todas as noites, durante o dia aulas e treino, e noite hospital. Papai, mamãe e o diretor deixaram. Dei um bocejo e depois fiz um carinho em seu rosto. Como você está se sentindo? Tenho que avisar tua família e as enfermeiras, sabia, elas são bem queridas. Passei o braço pelos seus ombros e a acolhi em um abraço. Agora tu tem que seguir todas as ordens que o medibruxo falar, eu sei, são ordens, mas você precisa se recuperar 100%! Dei um beijo no topo da sua cabeça e suspirei aliviado. Como era bom ver ela bem. Agora estava tudo nos conformes de novo. Eu e as gurias estávamos de bem de novo, e Rachel acordou.

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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Qui Set 13, 2012 4:56 am

30 DE ABRIL, era difícil acreditar. Talvez você não entenda o que estou sentindo, mas acompanha meu raciocínio. Eu saí pra dar um passeio no dia 14 e acordei do dia 30, o que quer dizer que perdi quinze, aliás quinze não, DEZESSEIS dias da minha vida dormindo numa cama de hospital, tem noção disso? E o mais impressionante de tudo é que James tinha ficado ali do meu lado “velando” meu sono de quase morta. Falando nisso, apesar de não ter um espelho naquele quarto pra eu me olhar, tinha certeza de que minha aparência não era das melhores. Droga, eu devia estar horrível!

Depois de constatar que realmente estava fraca demais pra fazer qualquer coisa - e isso porque acordei antes do esperado, imagine como eu estaria se demorasse mais tempo - aceitei a ajuda dele – entende-se por ajuda, que ele me pegou no colo - pra voltar pra cama e já deitada me lembrei de perguntar - Mais alguém se machucou? - tradução: as Angel e sua irmãzinha morreram? Se não, posso providenciar isso. E não adiantaria ele vim com um discurso besta de que não foi culpa delas, porque minha é que não foi. Aquelas idiotas são tão inúteis que nem pra pregar uma peça direito, elas serviram. Mas deixei esse assunto de lado quando me dei conta do que ele tinha feito por mim, mesmo tendo todos os motivos para me odiar. E tudo que eu fazia era fitar seu rosto enquanto o escutava falando das enfermeiras e alguma coisa sobre seguir ordens do Médibruxo. Me atentei especificamente nessa parte porque odeio receber ordens, e fiz uma careta de desagrado ao perceber que naquele caso teria que abrir uma exceção.

James beijou o topo da minha cabeça enquanto me manteve segura em seus braços, e fiquei assim com ele por alguns minutos em silêncio, me sentindo terrivelmente culpada e lutando contra o orgulho que ainda teimava em não me deixar dizer o que eu queria. – James... – rompi o silêncio chamando sua atenção novamente – Você disse que se...se um dia eu me arrependesse do que fiz com você, não haveria uma segunda chance...era verdade? – de repente temi pelo pior. E se ele tinha ficado ali apenas por pena? Se estava me tratando de forma tão carinhosa só porque eu estava fraca e precisava dele naquele momento? Era típico do James fazer isso, ele tinha um bom coração, ao contrário de mim era todo bonzinho e nunca me abandonaria numa situação como aquela. Na verdade eu também seria capaz de fazer o mesmo, mas não hesitaria em fazer tudo voltar ao normal quando ele melhorasse. Minha esperança se baseava no fato de que ele sempre foi melhor do que eu.


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James Sirius Potter
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Sex Set 14, 2012 4:38 am

uma prova de amor.

CXXVII

    Nossa, me sentia tão bem, apesar de estar tão exausto. Mas dane-se o corpo. Meu coração estava leve, aliviado. Tudo, tudo estava bem agora.

    Pela cara de incrédula da Rachel e pelo que conheço ela, ela deve estar refletindo como ficou 15 dias em coma, e como sobreviveu 15 dias dormindo, 15 dias não se cuidando, e porque raios d’água eu tinha ficado do lado dela, apesar de tudo. Já deitada com ela na cama, me reservaria a responder o que ela perguntasse, sem lotar de mais informações ou deduzir as coisas óbvias que eu sabia. Não posso mostrar minhas armas né?

    Olhei para ela e pensei. Acho que não, no máximo arranhões, mas nada grave. Pelo olhar maligno dela, certamente não gostou da minha resposta. Ah, problemas sérios viriam assim que ela ficasse boa de verdade, Rachel é a guria mais vingativa que eu conheço. E acho que isso será péssimo e que eu dificilmente vou conseguir impedir. Vou ter que me virar em 20 James para contornar tudo isso com elas ilesas, já a minha integridade física não garanto.

    Aninhei-a melhor e fechei os olhos nos minutos que ficamos em silencio, fazendo carinho no braço dela. Respirando calmamente, curtindo o perfume apaixonante dela, o calor do seu corpo, saber que ela estava nos meus braços... Então ela rompeu o silêncio me chamando. Oi Sorri, abri os olhos e olhei para ela. Senti o temor nas palavras dela, sorri e fiz carinho no seu rosto. Até que eu sei mentir as vezes... Sorri maroto, jamais perdia a piada. Nunca escondi que te amo. E bem, fiquei mal, e realmente isso foi uma possibilidade, até o dia que nos reencontramos no terceiro andar e notei que tu ainda gostava de mim. Dei um beijinho de leve nela. Nem sempre tu mente bem, assim como as vezes eu consigo te enganar. Eu sei, sou um péssimo mentiroso, principalmente com Rachel.

    Abracei ela e sorri, dando um bocejo. Eu sei que tu sabe que eu sou bonzinho, mas só em pensar em te perder, percebi que é a última coisa que quero na vida. E bem... Minha vez de ficar com medo. Se tu quiser acabar tudo... vou tentar entender, talvez esse amor seja só meu... quero te ver feliz, só isso. Era verdade, é claro que queria ela feliz do meu lado, e iria querer matar qualquer um que visse com ela. Mas se a escolha fosse por não me ter, sumiria da vida dela, para me proteger.

    off: nossa, que post meloso!!
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Rachel K. D'lacroix
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Dom Set 16, 2012 5:13 pm

Que pena...Foi o que pensei quando ele me disse que nenhuma das garotas tinha se ferido tão gravemente quanto eu. Mas poderia pensar em alguma coisa para resolver esse problema quando saísse do hospital. Só não sabia se valia á pena perder meu tempo e minha criatividade com pessoas tão insignificantes. Pensaria melhor no assunto depois, porque no momento só me preocupava uma única coisa, James.

Ele estava ali comigo, me amparando em seus braços de forma carinhosa e falando num tom doce, mas isso não significava nada. Depois de tudo o que eu havia feito pra ele, da forma que o tratei, de tê-lo desprezado, o máximo que eu esperava era que aquele fosse um ato puramente de compaixão. Então fiz a pergunta que me atormentava já á algum tempo, mas que só ali naquele momento, eu percebi o quanto a resposta era importante para mim. E tenho que admitir, tive medo da resposta.

Mas quando o ouvi dizer que até ele sabia mentir, um sorriso delineou meus lábios, pois tinha acabado de confirmar que ainda me amava. Senti seu beijo terno em minha testa, e fechei os olhos me esquecendo até mesmo de contestar o que ele disse sobre eu não ser uma mentirosa tão boa assim, e que ele também conseguia me enganar. Encostei a cabeça no peito dele e por um momento me desliguei do mundo, me sentindo segura envolta em seus braços.

A medida que minhas pálpebras pesavam, sua voz prosseguia falando e ficando cada vez mais distante.- Não quero acabar tudo... - murmurei num tom baixo - Dói demais ficar longe de você... – não sabia se era efeito da medicação mas ficava cada vez mais difícil falar e permanecer acordada, talvez ele estivesse certo afinal, eu tinha me esforçado um pouco demais e agora o cansaço atingia meu corpo – Eu te amo. – a frase soou num sussurro fraco pouco antes de tudo silenciar, e eu adormecer.

AÇÕES FINALIZADAS!!


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James Sirius Potter
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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   Sex Set 28, 2012 1:55 pm

Amor, supera tudo.

CXXXI

    Quando conhecemos uma garota que gostamos, não amamos ela de cara, nos apaixonamos. E sabemos que é forte quando essa paixão sacia todas as necessidades de um garoto, as físicas, as mentais, principalmente, quando queremos deixar de ser gatos vira-latas, para termos 1 única dona.

    Rachel fez isso comigo. Eu era o gato mais vira lata de Hogwarts, e ela apareceu, me apaixonei, fulminantemente, e agora, depois de alguns meses, a paixão deu lugar ao amor. Coisa melosa, mas é verdade. Ela tentou me largar na rua, mas um gato, quanto tem uma casa, volta, não interessa o quão longe seja largado, e acha seu dono.

    Eu sei que todos acham que eu sou um trouxa por estar correndo atrás dela, depois de tudo isso. Mas eu amo ela, eu sei que ela me ama, só escolhi a pessoa mais teimosa de Hogwarts para me apaixonar.

    Me sentia tão aliviado por ela ter acordado, por ela estar bem de novo. Ali, naquela cama, naquele quarto que se tornou familiar demais para mim, amparada nos meus braços. O perfume dela, o calor de seu corpo, completava o meu e me acalmava.

    Sorri quando ela me questionou, certo que pensou que eu estava ali por pena ou caridade, se enganou, estava ali por que amava ela. Ri quando ela sorriu, e após que beijei sua cabeça, senti o corpo dela relaxando e se aconchegando mais em mim. Depois de todo esse esforço, só podia estar exausta. E eu também estava precisando de uma noite dormida de verdade, sem pesadelos.

    Então não vamos acabar tudo. Sorri, me deitando melhor na cama, e abraçando ela, tirei meus tênis, e entrei debaixo das cobertas e nos tapei. Dói em mim também... Dei um beijo na sua testa de novo, a abracei melhor ela, fechando os olhos também. Eu também te amo. Falei ao pé do ouvido dela, bem baixinho, e senti que ela dormiu. Sorri e dormi logo em seguida. Aquela noite, foi a minha melhor noite dormida de verdade, depois de tudo que aconteceu.

    AÇÕES FINALIZADAS!


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MensagemAssunto: Re: 14 de Abril - Noite   

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14 de Abril - Noite
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